Depois de muito pensar, trago pra vocês um post com conteúdo super diferente dos que costumo publicar. Vamos falar sobre um look casual, mas tudo com humildade, certo?! O objetivo é, principalmente, mostrar que não precisamos gastar rios de $, nem seguir grandes grifes, marcas, para termos peças boas e bonitas. Pesquisando a gente descobre muita coisa legal, e consegue se vestir bem. Vou indicar pra vocês o modaparahomens.virgula.uol.com.br. Não gosto muito do look deles, mas, vez ou outra, encontro peças geniais. Também não gosto de modismo, nem sigo nada de moda/tendências. Gosto de me vestir de acordo com minha própria vontade. Não escolho roupa por marca; eu escolho aquela que me cativa. Também não costumo visitar as grandes lojas. Visito aquelas mais anônimas; acabo encontrando maravilhas, e o melhor: com ótimos preços.
É, meus amigos! Nós, homens, temos mesmo que nos vestir muito bem, cuidar da imagem, né?! (rs) Vamos aprender juntos.
Camisa: Dicaprio, xadrez/de linho Camiseta: Free (algodão) Calça Trade mark Tênis: Star Feet Cinto: Esporte fino
Dia 29/04/2011, depois de um ano e três dias, reencontrei minha cantora preferida: Cristina Mel. O encontro aconteceu na igreja Batista Filadélfia, em Salvador – Ba.
Foi o culto de posse do Pr. Jorge Bezerra - amigo da cantora -, conferencista, poeta e escritor. Nos últimos cinco anos esse pastor tem desenvolvido ministério na Glendale Baptist Church. Agora, vindo dos Estados Unidos, ele irá pastorear em Salvador.
Bom, mas vamos falar mais do encontro... Quando encontrei com a Cristina em frente à porta de uma das salas da igreja, fui logo cumprimentá-la. Ela, como sempre, foi super gentil, doce e humilde. Deu-me beijo, um lindo abraço, e quando eu perguntei, ela disse que se lembrava de mim, e ainda disse, seguramente, o meu Nick no Twitter: @andersoncante – apontando os dois dedos pra mim, com um belo sorriso, aguardando minha resposta. Eu confirmei com um sorriso de aprovação, e fazendo um sinal de sim, com a cabeça.
Falei rapidamente do livro que outrora indiquei a ela, e que ela comprou; só ainda não teve tempo de ler. Mas ficou curiosa com a história; - estou falando do livro “A vida secreta das abelhas”, de Sue Monk Kidd.
Bom, depois de papear um pouco com a dona da voz mais linda que eu já ouvi e tirar fotos com ela, me despedi para entrar na igreja, e assistir ao culto que ainda não havia começado. A essa hora a igreja já estava cheia, e ainda ia ter a entrada dos pastores, suas esposas, e da Mel. A Mel esqueceu a bíblia dela, e pediu a minha emprestada – que seria importante para ela usar na entrada. Eu, com muito prazer, emprestei. (rs) Imagina como eu fiquei besta; minha cantora preferida com a minha bíblia emprestada. :-)
Nessa noite as canções que a Cristina Mel cantou foram:
Ao amigo distante – Clássico da cantora.
Som do amor – Interpretação estonteante. Foi de arrebatar. Linda letra e melodia, sem falar no agudo que a Cristina deu nessa canção. Ficamos boquiabertos; ela tem uma extensão vocal impressionante.
Santo Deus, usa-me – Belíssima também! Todos cantaram com ela, lindamente. Jerusalém e eu – Mais uma canção emocionante! Gravei um pedacinho dela cantando esse hino – confiram:
P.S: Reparem que aparece no vídeo eu e minha linda mãe.
Pra Jesus louvar – Essa canção ela cantou especialmente para as crianças. Nessa hora a frente do púlpito da igreja encheu de criancinhas que pularam e celebraram junto com ela.
Por último, encerrando a sua participação no culto, ela cantou um Pout-Pourri , à capela, com as canções de mais sucesso em sua carreira.
Após o término do culto, fui com minha mãe ao encontro dela para nos despedirmos. Ela, novamente, com muita atenção e carinho, me recebeu, e muito agradecida devolveu minha bíblia. Nessa hora minha mãe estava comigo, falou com a Cristina, e tirou foto com ela. A Cristina a recebeu de maneira tão linda, dizendo: “Ah, é a mãe do Anderson...”, fez toda uma cerimônia, e deu um abraço nela. Depois a própria Cristina pediu pra tirarem uma foto de nós três. Vejam:
Tiradas as fotos, já estava na hora de eu voltar para casa – eu estava na casa de amigos em Salvador; moro em Camaçari. A Cristina, linda e educada, nos agradeceu várias vezes, pediu pra eu postar as fotos e lincar no Twitter, que ela iria retuitar depois. Eu confirmei que faria, ela novamente me deu um abraço, e assim fui, muito feliz, para casa.
Cidadania refere-se aos direitos e deveres do cidadão. Direitos que foram conquistados, pouco a pouco, ao passar dos tempos. Depois de lutas e mais lutas, e a participação ativa de pessoas expressando opiniões, desejos, a cidadania foi ganhando espaço, e tendo um maior aproveitamento pelo ser humano. Quando grandes batalhas foram travadas, e vidas foram postas em condições de calamidade, vimos uma mobilização em prol do cidadão que resultou na Declaração dos Direitos Humanos. Esse documento, de suma importância, foi publicado oficialmente pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Ser cidadão é ter direitos, mas também deveres. É poder viver em uma sociedade com leis e atividades que a organizam, e que possam ser – substancialmente – respeitadas, cumpridas. O não cumprimento delas é cobrado através de sanções penais. Sanções que buscam regular o indivíduo para que este, também, venha promover a paz.
A democracia é um fator importantíssimo para o funcionamento da cidadania. É um determinante que me diz se eu posso ou não reger o Estado sob a paz. Afinal, é somente através de um consenso que se desenvolve um ambiente onde o ser humano é visto, na maioria das vezes, como um cidadão. Um cidadão que tem parte da responsabilidade nas escolhas tomadas, nas normas regulamentadas. Por isso é importante enfatizar: Participar é plenamente essencial.
A cidadania tem se desenvolvido, e certamente assim continuará. As pessoas têm evoluído, como resultado, o sentido das coisas com base na evolução da inteligência também. É importante que o ser humano continue a construir o seu pleno conhecimento a cerca do mundo que o cerca. Em cima desse conhecimento, planejar cada vez mais a educação para a formação de pessoas cada vez mais competentes, éticas e que estejam ao dispor da lei. Esse é um grande passo para o sucesso na busca por um mundo em plena harmonia.
A solidão, o escritor sabe que é seu dever experimentá-la. Vivenciá-la como experiência própria da nossa raça biológica. Às vezes acho que o que faço é digno de ser chamado literatura. Outras, não. Que gangorra imprevisível.
O escritor é tão livre quanto seu talento e imaginação.