quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Um erro clássico na 'terceirização de responsabilidade'

A palavra responsabilidade tem peso substancial, e para tal, deve ser tratada como tal. Uma vez que a gente não entende, confunde, onde ela começa e termina, em nossas obrigações diárias, muita coisa começa a dar errado.  E, quando a gente consegue checar a raiz do problema, muitas vezes a gente pode perceber que essa responsabilidade foi transferida - transpassada inadvertidamente - por vezes, no início, no meio, ou no final de uma sistemática.

O  primeiro e grande desafio para resolver esse problema consiste em 1o) termos clareza da altura e profundidade do que é nossa responsabilidade, e 2) evitar transferi-la inadvertidamente. Esse cuidado, num mundo tão "clipado" infelizmente funciona com uma minoria. Minoria essa, muitas vezes injustiçada por quem tem privilégios, poderes, e poderes.

Eu acredito que a gente não vai conseguir evoluir como comunidade, se a gente não consegue ter discernimento apurado para tratar desses aspectos aqui ligeiramente abordados; e, concomitantemente, se não aplicarmos uma visão sistêmica (enxergar e absorver o entendimento do todo através de uma análise das partes que o formam) para, uma vez que posto e operante, possamos caminhar evitando cometer injustiças na gestão das nossas responsabilidades da vida.

No trilho do combate aos erros dessa natureza, é preciso não compactuarmos com comportamentos erráticos, de ''salve-se-quem-puder'', dos antigos atores acostumados a dominar os espaços a todo o custo com sua capacidade perenal de manobra,  buscando uma ponte para garantir sua imagem, mudando as aparências sem alterar o status quo.


Fiquemos atentos!