quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Um erro clássico na 'terceirização de responsabilidade'

A palavra responsabilidade tem peso substancial, e para tal, deve ser tratada de acordo. Uma vez que a gente não entende, confunde, onde ela começa e termina, em nossas obrigações diárias, muita coisa começa a dar errado.  E, quando a gente consegue checar a raiz do problema, muitas vezes a gente pode perceber que essa responsabilidade foi transferida - transpassada inadvertidamente - por vezes, no início, no meio, ou no final de uma sistemática.

O  primeiro e grande desafio para resolver esse problema consiste em 1o) termos clareza da altura e profundidade do que é nossa responsabilidade, e 2) evitar transferi-la inadvertidamente. Esse cuidado, num mundo tão "clipado" infelizmente funciona com uma minoria. Minoria essa, muitas vezes injustiçada por quem tem privilégios, poderes, e poderes.

Eu acredito que a gente não vai conseguir evoluir como comunidade, se a gente não consegue ter discernimento apurado para tratar desses aspectos aqui ligeiramente abordados; e, concomitantemente, se não aplicarmos uma visão sistêmica (enxergar e absorver o entendimento do todo através de uma análise das partes que o formam) para, uma vez que posto e operante, possamos caminhar evitando cometer injustiças na gestão das nossas responsabilidades da vida.

No trilho do combate aos erros dessa natureza, é preciso não compactuarmos com comportamentos erráticos, de ''salve-se-quem-puder'', dos antigos atores acostumados a dominar os espaços a todo o custo com sua capacidade perenal de manobra,  buscando uma ponte para garantir sua imagem, mudando as aparências sem alterar o status quo.


Fiquemos atentos!

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sobre o mundo dos livros...

Aquele cheiro bom, capa bonita, folhas para passar... Ahhhhh, como eu sou apaixonado por livros. Tem livro que eu acho tão bonito que nem coloco na estante, e resolvo deixar separado/destacado, ou guardado em algum outro lugar da casa que não seja a estante para os livros. Parece que alguns livros foram feitos até para ficar como decoração de sala/escritório. Tenho um livro que é uma edição de luxo do Diário de Anne Frank - o modelo é uma réplica do diário original da "nossa" muito querida adolescente judia.


Muito bonito, não é? Pra completar, eu sou apaixonado por "tudo" o que é moda antiga: máquina de datilografia, livro físico, toca discos, museus, móveis, arquitetura, roupa... tudo muito retrô MESMO. Pena que esses itens tornaram-se um tanto difíceis de conseguir, mas... vamos voltar para o assunto dos livros. Hehehe!

Livro pra mim tem um 'q' de platonismo! Apesar de visivelmente ser algo muito simples, quando em uso, revela um universo de possibilidades - não só pelo que está escrito, mas, pelo que podemos imaginar/sonhar/realizar a partir daquilo que lemos naquelas páginas. Acreditem: eu sou im-pres-si-o-na-do com o fato de 'riscos' em um 'espaço em branco' formarem palavras, que formam pensamentos. As palavras são uma das coisas mais lindas e incríveis da vida; descrevem sentimentos, coisas, ideias...

Desde muito novo eu tinha a curiosidade de explorar o universo literário, e tive a sorte (mesmo com poucas condições) de conseguir livros. Eu os conseguia muitas vezes emprestados: quando mais novo, com vizinhos, e quando adolescente, com as bibliotecas publicas. Quando jovem, através de compras. Daí comecei a ter os MEUS livros.

E o sonho de ter uma biblioteca em casa, quem já teve? Até hoje esse é um sonho que tenho a realizar. O espaço fechado por 4 paredes para acomodação dos livros é uma espécie de criação de um mundo mágico pra mim. Um espaço meio que para "deixar" um pouco este mundo (por alguns momentos), e mergulhar em um outro; livre, novo, e cheio das mais ricas possibilidades.

É isso... Me sinto muito bem quando entro em um ambiente repleto de livros. Como hoje em dia já não frequento bibliotecas (alguém aqui ainda frequenta?), e nem tenho a minha particular, o único espaço que frequento para sentir um pouco desse sentimento que descrevi, e explorar novos e desconhecidos títulos pra mim, são as livrarias. Mas, infelizmente, tenho deixado, aos poucos, de gostar de frequentá-las. Acontece que as livrarias de hoje estão virando uma nova e diferente opção de playground onde as pessoas buscam/compram tudo, menos livros. Sério! Eu fico muito incomodado quando entro em livrarias e encontro DVDs, CDs, eletrônicos, e mais tudo o que eu não entendo ter a ver com uma livraria. De repente até seja, também, uma forma de manter o "negócio", atrair as pessoas, mas, ainda não me convence. Eu vou numa livraria para comprar LIVROS. Ter um espaço para um cafezinho com doces/salgados é uma ótima ideia na minha opinião - nesse caso, pra quem pára ali mesmo e faz sua leitura.

Bom, estamos vivendo uma nova geração onde tudo o que é possível está indo parar nas plataformas/formatos digitais. Com isso, a gente também vai perdendo aos poucos esses espaços. Daqui a pouco, nem livrarias físicas teremos mais. Duvidam?!

Enquanto é possível, aproveito esse universo literário em seu formato físico (prefiro deixar para falar sobre livros digitais em outra oportunidade), com o prazer de segurar um livro, folheá-lo, sentir seu cheiro, e assim, viajar com todo esse 'ritual'.

Aproveitando essa postagem, quero informá-los que tenho um grupo de leitura online que se utiliza e existe através de duas plataformas digitais (Facebook e WhatsApp). O grupo chama-se 'Livros nunca são demais' (link do grupo no Facebook). 


Com a dificuldade dos encontros presenciais que tanto temos, a gente criou esse espaço para não deixar de ter aquela boa conversa depois daquela leitura em comum. No espaço, também fazemos um sarau, onde os participantes recitam/leem trechos de obras que sentem vontade de compartilhar. 
A quem interessar possa, sinta-se convidado a participar! 

Aproveitem, recomendem, critiquem, e participem.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Trem noturno para Lisboa - o filme

Hoje assisti ao filme 'Trem noturno para Lisboa', de Bille August, baseado num best seller de Pascal Mercier, que conta a história de um personagem poeta português chamado Amadeu Prado.


Tenho paixão por filme europeu, e já fazia um tempinho que não assistia. Aliás, já fazia um tempinho que não assistia filme nenhum. Ultimamente tenho assistido mais séries.

Bom, pra completar, além de um bom filme europeu, também é carregado de literatura, e de história (disciplina ensinada nos colégios). Para ser mais direto: sobre o passado lusitano no século XX sob a ditadura.

Só para terem ideia da profundidade do filme, compartilho um trecho do suposto livro do Amadeu, lido no filme (além de outros trechos):

“Deixamos algo de nós para trás ao deixar um lugar. Permanecemos lá apesar de termos partido. E há coisas em nós que só reencontramos ao voltar. Viajamos ao nosso encontro, quando vamos a um lugar onde vivemos parte de nossa vida por mais breve que tenha sido”.

o suposto livro - não existe. o autor também é fictício. 

Enfim, um filme que gostei muito! Mesmo não compartilhando da mesma forma com que o Amadeu enxerga Deus.


Fica essa indicação pra vocês!

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Colgate Slim Soft Black


1) Quem me conhece, sabe como eu adoro compartilhar as coisas boas que descubro por aí. 
2) Quem me conhece, também sabe que não gosto de fazer propaganda, gratuitamente, dessas marcas famosas. Porém, vamos lá!

Na minha ultima ida ao dentista, no ano de 2015, ganhei a nova escova dental Colgate Slim Soft Black, e fiquei en-can-ta-do! 




Eu nunca tinha gostado de nenhuma escova dental como estou gostando dessa. Muito boa de escovar (dá vontade de ficar horas escovando); mais confortável, e mais fácil de limpar, pois tem as cerdas 17 vezes mais finas para chegar onde as outras normalmente não conseguem. E pra quem tem problema com retração de gengiva, ela também é ótima, pois é suuuuper macia. Uma delícia de escovar! 

Também divulguei no Facebook, e alguns amigos acabaram comprando. Todos me mandaram mensagens falando sobre o quando gostaram dessa escova. Tá aí o que me deixa feliz em compartilhar essas informações... Saber que pude ajudar alguém. Saber que pude fazer alguém ficar - de alguma forma - mais feliz, satisfeito, resolvido.

Eis um novo item de sobrevivência para mim. Hehehe! (^^)

sábado, 2 de maio de 2015

Sobre viajar...

De 2013 pra cá, tenho tomado cada vez mais o gosto por viajar. Coisa que não sei fazer sem obedecer todo um ritual pessoal de cuidados. Pra mim, não dá pra somente escolher o lugar, fazer as reservas do hotel, comprar as passagens, arrumar as malas, e pegar o caminho.

Acho muito importante que tudo seja bem estudado e planejado para acontecer conforme desejamos. Talvez isso não seja uma garantia, mas, com certeza, é uma grande contribuição para que tudo, ou quase tudo, dê certo.
Uma das melhores coisas que se tem a fazer antes de viajar: estudar e planejar. Assim a gente não é facilmente surpreendido, e se ainda assim formos pegos de surpresa, no mínimo, a gente deve ter um plano B.
Vocês não tem ideia do que eu coloco no papel... Muito além de endereços, roteiro/mapas, e orçamento, também coloco coisas como o que vestir para cada programa/dia do roteiro. Quanto mais coisas a gente coloca no papel, menos tempo a gente perde no nosso destino, pensando, pensando, escolhendo, escolhendo, e escolhendo. Já está tudo lá, no papel. Vocês sabem como o tempo voa, não é? Então faço o que posso para otimizar todas as minhas ações. Antecipar o que eu posso, contribui para isso.

Bilheterias também, antecipo pela internet. Nesse quesito, o que eu puder comprar antes, eu compro pra garantir a entrada e ganhar tempo. Consulto horários e dias de funcionamento, saio vasculhando na internet dicas de outras pessoas, a história das coisas (para os passeios em museus, por exemplo), também consulto meus amigos que gostam de viajar, e outras coisas mais. A gente sempre leva mais da viagem desse modo, em vários sentidos.

Uma dica que deixo é também fazer uma pré-viagem. Através da internet (Google Maps) a gente consegue conhecer um pouco dos lugares antes, bem como os trajetos que podemos fazer, principalmente a pés. E ainda dá pra fazer isso com imagens em 3D. 


Desse modo, simulo quase todas as caminhadas que posso. Isso é de-mais! Lembro da ultima viagem que fiz, e de como isso fez uma grande diferença. Eu estava acompanhado da minha mãe que ficou impressionada comigo; porque parecia que eu já tinha estado no lugar antes (e eu estava, porém na forma online)... Ela me observou, em cada trajeto que fizemos, muito independente; sem perguntar nada pra ninguém. Apenas seguindo meu caminho, como se estivéssemos na cidade onde moramos.
Quando a gente chega no destino, é como se já estivéssemos ali antes. É uma sensação de independência e segurança sem palavras.

Sabe o que é você não precisar perguntar pra ninguém "pra que lado que fica?", "pra que lado que vai?", porque você já viu tudo ali, na internet? Pois é! Acontece comigo. Com isso a gente ganha muito mais tempo. Tempo que a gente gastaria procurando e pedindo informações.


Planejar uma viagem é uma arte e tem que ser feita de cabo a rabo, da cabeça aos pés.

Pra finalizar, fica esse pensamento do grande Quintana: 

"Viajar é trocar a roupa da alma." 

Façam isso sempre que puderem!

;) 

domingo, 26 de outubro de 2014

O nosso futuro | #eleições2014

Estamos em época de eleição, e, nesse período, meio que inicia-se uma guerra de opiniões e entendimentos. Eu sempre fui a favor do debate. A gente precisa mesmo discutir, compartilhando a nossa compreensão a cerca de tudo o que envolve vida, ou seja, tudo mesmo. O que muitas vezes acontece é que falta educação e empatia nas pessoas, para que, na polarização de opinião, haja respeito e a maturidade de não agredir, nem invadir o espaço e direito do outro. 

Fico observando todo esse movimento nas plataformas digitais, e, através delas, entre outros veículos de informação, conhecendo também o que está acontecendo em vários outros lugares mais afastados da região onde moro. Vários eleitores, até alguns colegas, fazendo companha suja para seu(sua) candidato(a). Nas redes sociais, inclusive, fico observando muita falta de respeito; o que não se limita a este espaço cibernético, e também toma as ruas... Nas indevidas pichações, desordem, agressão, e destruição de patrimônios. Tudo contra o lado “adversário”. 

Eu temo cada vez mais o futuro deste país, já que as coisas só tem piorado em várias áreas, e em muitos aspectos. Fico imaginando também como essas pessoas educam (ou educarão) os filhos. O que será que nos espera nos próximos anos? 

Nessa época em que tanto se fala, e pouco se reflete, com generosidade coletiva, sobre um futuro saudável, cultural, decente, e prosperamente sustentável em TODAS as áreas (saúde, emprego, moradia, segurança, economia, etc), acabei fazendo algumas comparações sobre trabalhos extraordinários, executados com sucesso pelos laços da união e fraternidade. Bom, vou apresentar um fenômeno chamado Murmuration. O que é isso? Milhares de pássaros, após escaparem de um inverno rigoroso da Rússia e Escandinávia, viajam à extensão de um continente, em média, e no final, se reúnem numa revoada impressionante. É como se fosse uma comemoração. A coisa mais linda de se ver.


Não encontrei explicação científica para esse fenômeno, só algumas observações: “Para que esse balé aconteça, há precisão e habilidades absurdas! Os cientistas estimam um tempo de reação inferior a 100 milissegundos para que as colisões sejam evitadas (basta uma para acabar com tudo). Nem mesmo computadores conseguem reproduzir os algoritmos complexos por trás dessa movimentação com a mesma eficiência e harmonia”.
Bárbaro! E emocionante. Eu acho essa, uma boa representação de como podemos mudar o nosso país, e, por que não, o mundo... Um trabalho nessa combinação de esforços é a chance que temos de trazer a mudança. Somente assim... Juntos, em harmonia, compondo um organismo. Desse modo, a gente consegue fazer coisas incríveis.

Para finalizar, quero compartilhar um pensamento do patrono da educação Brasileira, Paulo Freire:

“Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”

Muda, Brasil. Pra melhor.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Alguns momentos do Natal Solidário Nossa Casa



Para quem ainda não conhece, 'Nossa Casa' é um grupo sociocultural, instalado no bairro Parque Satélite, em Camaçari, que trabalha arte, cultura, e que em breve irá oferecer cursos profissionalizantes à comunidade. 

Sempre fico muito feliz em poder participar dessas felizes iniciativas. Desta vez, tive a honra de participar do Natal Solidário, doando e arrecadando brinquedos, além da honra de também ser convidado a participar cantando. Meu prazer é amar, louvar e servir.






Acompanhe o Grupo através no Facebook (www.facebook.com/GrupoSocioculturalNossaCasa), e não perca a oportunidade de contribuir para as próximas atividades do Nossa Casa.

Até a próxima postagem!

sábado, 15 de junho de 2013

Chocolate - filme

Excelente produção do ano 2000! Achei a história bem convidativa à revolução de pensamento, e evolução da vida. Me fez refletir sobre os direitos humanos, sobre direito a liberdade, e ao nosso papel para contribuição de uma sociedade melhor. 
Com relação a gastronomia, também achei maravilhoso! Traz um pouco da representação dos sentimentos provocados pelo chocolate, sob uma crença dos maias. 
Me lembrou o filme 'Babette's Feast', ambos muito cativantes, e irresistíveis!



Dirigido pelo sueco Lasse Hallström.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Dogville, de Lars Von Trier

Filme intrigante, revolucionário, intenso, verdadeiro, ácido, e complexo, que trata da sociedade de forma nua e crua. Vejo isso até no cenário, ou na falta dele - se assim posso dizer. Dogville mostra fantasmas da humanidade de forma bem explicita. Foi a primeira coisa que me chamou a atenção nessa produção. Gostei muito da ideia. Muito original, muito bem escrito e intrigante. Seriamente, me parece um filme antiamericano.


Lars Von Trier arrepiou!


terça-feira, 9 de abril de 2013

A pequena vendedora de fósforos, de Andersen


Essa é uma das histórias do grande Andersen que gosto. A pequena vendedora de fósforos.
Pra quem não conhece um dos meus escritores favoritos de histórias infantis, Hans Christian Andersen, ele é famoso pelos contos: O Patinho Feio, O Soldadinho de Chumbo, A Pequena Sereia, A Roupa Nova do Rei, A Princesa e a Ervilha, entre outros.


Andersen era filho de um sapateiro e de uma lavadeira da Dinamarca, veio de uma família muito pobre e sofreu muito com isso. Reconhecido em vida como um grande escritor. Convidado a almoçar pelo rei da Dinamarca, a rainha da Inglaterra e pela nobreza europeia.
Suas histórias tem muito a ver com as pessoas pobres que passam necessidades e na verdadeira história de Andersen, "A menina de fósforos" morre desamparada de frio. Seus fósforos acabam na tentativa de se aquecer.

Filme Mudo:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Curta de animação indicado ao Oscar 2007



E para fechar, uma de suas frases:

"Minha vida é uma história bonita, feliz e cheia de incidentes".

:)





domingo, 31 de março de 2013

Sou +1 na REDE

No dia 23 de março de 2013 fizemos Coleta de assinaturas, na Praça Desembargador Montenegro (em Camaçari), para oficialização do novo partido, lançado pela ex-senadora Marina Silva, a Rede Sustentabilidade (Rede).



“7 motivos para apoiar a #rede

+ Sustentabilidade
O Brasil que queremos é sustentável. A #REDE quer contribuir para que o Brasil adote um novo modelo de desenvolvimento, baseado na valorização de seu potencial econômico, de seu patrimônio ambiental e de sua diversidade sociocultural.
+Democracia
Fazer política com as pessoas e para o bem comum. A #REDE é um espaço de encontro de pessoas que querem pensar um projeto de país sustentável e democrático. Acreditamos que a participação política não se restringe ao voto e deve ser valorizada e ampliada no intervalo entre as eleições. Isso é democratizar a democracia.
+Diversidade
Somos ligados por princípios e permaneceremos unidos por eles, aprendendo a convergir nas diferenças, por meio do diálogo e da escuta ativa. Queremos que a #REDE seja um espaço de respeito e valorização das diferenças, um espaço acolhedor para pessoas de qualquer origem, sexo, raça, credo, cor ou idade.
+Colaboração
A superação dos problemas do Brasil depende de todos nós. Uma sociedade sustentável deve buscar atuar mais cooperativamente. Queremos que a #REDE seja um espaço de diálogo de diferentes setores da sociedade brasileira para pensar em como superá-los.
+Visibilidade
As informações de interesse público devem ser transparentes e visíveis. Acreditamos que o uso das ferramentas digitais facilitam a publicidade de dados que possam contribuir para o acompanhamento de políticas públicas por todos. A #REDE será um espaço de exercício e busca de mais transparência e visibilidade.
+ Causas comuns da política
Muitas pessoas se afastaram dos partidos políticos ou não se identificam com esta forma de organização. No entanto, existem em nossa sociedade diversos espaços para defender causas comuns, como os movimentos sociais, coletivos, ONGs e outras formas associativas. Reconhecemos a importância das pessoas que atuam nestes espaços também participarem da vida política institucional e queremos que a #REDE seja um instrumento para esta participação.
+Prazer em fazer política
Queremos contribuir para reaproximar as pessoas da política. Queremos nos reconectar com a razão de existir da política, que é a busca do bem comum. Para isso a #REDE será um espaço criativo, vivo, de sonhar e de agir para alcançar seus ideais.


Quais os seus motivos para apoiar a #REDE?”

Para a REDE existir oficialmente, o partido precisa de 500 mil assinaturas. Contamos com o apoio de vocês! Vejam como é simples ajudar:

1. Imprima e preencha a caneta a ficha com o Título de Eleitor:
www.brasilemrede.com.br/documentos/fichas/ficha-final.pdf

2. Se estiver sem o Título de Eleitor, consulte no TSE:
www.tse.jus.br/eleitor/titulo-e-local-de-votacao

3. Envie a ficha assinada para o endereço em seu estado:
www.brasilemrede.com.br/enderecosestaduais


Alguns depoimentos:

Arnaldo Antunes



Adriana Calcanhoto


Wagner Moura


Gilberto Gil


Venha pra REDE você também!





Saiba mais:

domingo, 10 de março de 2013

Sarafina! - O filme


Hoje assisti 'Sarafina!'. Depois de anos procurando esse filme, e sem êxito algum, tive a felicidade de ganhar essa raridade de um colega cinéfilo.
Sinceramente, confesso que já tinha desistido desse filme. Eu estava nessa busca desde a minha adolescência. Imaginem... Mas, para a minha surpresa e felicidade, depois de muito esperar, consegui essa proeza.
Que filme bonito e tocante. Bonito pela excelente representação dos ideais e força daqueles sulistas. E a música... Cheia de sonhos, e adornadas com gritos da alma. Arrepiante!


Me tocou muito a parte em que Sarafina conversa com a sua mãe sobre o heroísmo. Não faz parte da ideia central do filme, mas é algo me marcou e gostaria de compartilhar aqui. Esse diálogo traz as mesmas ideias de Ernest Becker no livro que estou lendo, 'A negação da morte'. Tem um capítulo em que ele, Ernest, fala sobre o heroísmo... A coisa mais linda... E de um ponto de vista fundante! 


No filme, Sarafina fala com a mãe reconhecendo o heroísmo dela, que sobrevivia apesar de todas as dificuldades sem se degenerar; que apesar de tudo, não tinha deixado de lutar... E dia após dia, ela estava lá... Trabalhando para ganhar a vida, e garantindo assim a sobrevivência de sua família. Acho espetacular esse reconhecimento pelo heroico, só que reconhecido por outras vias. Porque o natural é vermos como herói aquele que faz algo extraordinário, fora do comum, e vai pra o noticiário. O pai de Sarafina, por ter morrido lutando, ao contrário da mãe que vivia uma vida meio que de resignação, era visto pela filha como herói. Mas a mãe dela tinha motivos maiores para se resignar... O pai já tinha morrido em função da causa que eles lutavam, e depois restava ela que já tinha a tragédia do marido como lição, e não podia continuar nessa sequência. 


Lindo, lindo quando após Sarafina ter passado por um pouco do que o pai passou, e ver sua vida quase sendo assaltada, reconhecer o heroísmo da sua mãe, dizendo que tantos tem uma canção e a mãe dela, heroína que era, também era digna de uma. E é isso... O heroísmo está fortemente no nosso cotidiano, no ordinário. Muitas vezes naquela paciência difícil de ter, e a gente tem que ter; naquela pessoa que luta todos os dias contra um mal; naquela pessoa que todos os dias cuida de um doente, enfim... Há tantos heróis nesse nosso mundo, e no anonimato. E muitos que só Deus o sabem.
Esse não é o assunto principal do filme, que retrata o Apartheid, inclusive exatamente na época em que Nelson Mandela se encontrava preso, mas é uma parte que me chamou muito a atenção, e me fez fazer esse link com o livro que estou lendo.


Super recomendo! Com certeza esse é um filme lindo e sensacional. 


Um espetáculo!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

As Aventuras de Pi


Outro dia vi, por acaso, o trailer do filme ‘As Aventuras de Pi’ e me apaixonei. Depois de uns 7 anos sem ir ao cinema – isso mesmo, pasmem! (rs), 7 anos – decidi que esse filme eu tinha que ver lá.
Fui assistir hoje, e essa foi a minha estreia com um filme em 3D. Finalmente, né?

A história de Pi, um garoto indiano, é bem cativante. Algumas vezes engraçada, outras triste... É uma história pra rir e pra chorar. Tudo numa dose bem ponderada.

Enquanto viajam em alto mar, Pi, a família, animais do Zoológico, entre outros passageiros desconhecidos, começa uma tempestade, e um acidente torna do garoto um náufrago. Pi, e mais alguns animais, salvos em um bote, seguem rumo a uma trajetória de muita luta. Luta pela sobrevivência.


Eu não vou me ater a detalhes para não estragar as surpresas para quem pretende assistir ao filme, mas gostaria de falar sobre alguns temas que me chamaram atenção. Vamos lá...

1 - Fé – A fé é algo explorado em várias partes do filme. Entre ensinamentos religiosos, e as próprias buscas de Pi, ele preservava sua crença em Deus. Mesmo em meio a tantas tragédias, ele não desacreditava no Ser Soberano, Deus.
Há momento em que o garoto incrivelmente forte, se coloca frágil, e com isso, questionador. Questionando a Deus por ter permitido aquelas tragédias. Isso é normal também, não é? Sempre quando perdemos alguém querido – falo de morte – a gente se questiona: “mas por que, Deus?”. Eu mesmo seria um dos primeiros a indagar. Mas... Quem somos nós para exigir algo de Deus? E quem conhece os planos de Deus? E quem conhece o coração de quem está partindo?
Olha... Deus não prometeu pra NINGUÉM um mar de rosas aqui na Terra. Ele só prometeu que estaria conosco, e TODOS os dias.
Não adianta! As angústias, os problemas, as decepções, são pra TODO MUNDO. O que torna tudo diferente é a passagem por essas situações ao lado de Deus. Se Deus está conosco, devemos ‘descansar’ nEle. O nosso mundo não é aqui. E, no final, haverá uma resposta, haverá paz eterna, haverá vida verdadeira!

2 - Solidão – Pi se vê numa situação onde: ou ele se livra do Tigre, que é uma ameaça a vida dele, ou ele encara essa ameaça e se ‘agarra’ a ela numa tentativa MAIOR de sobrevivência. Ao invés de ‘se livrar’ daquilo que trazia medo pra ele, que ameaçava ele, ele trouxe para perto dele, desse modo, retirando dali sua força para a sobrevivência.

3 - Esperança – Está aí algo que a gente nunca pode perder: a esperança. Esperança seja no que for, mas que te impulsione para o melhor. Esperança talvez, assim como eu, por dias melhores. Só que não aqui na Terra, mas na Morada que Deus preparou para mim, para nós. Me fez lembrar um pensamento do escritor C.S Lewis que adoro: “Você não tem alma. Você é uma alma. Você tem um corpo”. E ainda, nas palavras de Adélia Prado, partindo pelas vias do pensamento naquilo que é Divino: “Quanto mais eu me alimento desse pão espiritual, mais eu me humanizo, me distancio da minha condição animal, precária, que fica doente, que sofre, mas que tem, também, muitas virtudes”. Nas palavras dessa linda senhora eu vejo/percebo consolo. Um consolo revestido de esperança.

Olha, se a gente for parar pra pensar em temas desse filme que podemos abordar, dá pano pra manga (rs), então, no que diz respeito aos ‘temas’, vou ficar por aqui.

Quem gosta de apreciar uma bela fotografia vai se encantar com esse filme... Ângulos diferentes do convencional, belas imagens, efeitos especiais espetaculares... Enfim, um prato cheio.


Super recomendo o filme! Vale muito a pena assistir. No meu caso, observei mais pelo lado do Divino, mas não é um filme evangélico, um filme especialmente sobre religião... Eu imagino que essa é a impressão que ficou a partir do que eu escrevi aqui. (rs) Só quero deixar claro que isso é apenas o que EU extraí do filme. Vocês vão observar que no contexto também envolve outros temas como: lealdade, superação, valores, etc, etc, etc. E como eu já disse aqui, é um filme que vale a pena assistir. Então se você for conferir, não deixe de vir aqui e comentar também.

Trailer:


Até mais!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Viagem para Maceió – jan/2013


Dia cinco de janeiro, eu e minha mãe, pegamos o avião das seis e quarenta e fomos pra Maceió - AL. Depois de um tempo, fomos a procura de táxi. Pegamos uma taxista bem simpática, a Aline, e fizemos um longo trajeto até o hotel, que fica a 29 km do Aeroporto Zumbi dos Palmares. Super recomendo o serviço de táxi dela (aline.bmelo@hotmail.com / 82-8806-0287/9934-9009). Ela faz um preço bom. Pagamos R$ 50,0 reais pela corrida. Comparado ao preço de Táxi aqui na Bahia, que é mais caro, eu achei muito bom.

Ficamos hospedados no Pajuçara Praia Hotel, localizado à beira mar (em frente às piscinas naturais da Pajuçara), na região turística mais frequentada de Maceió – Alagoas. Categoria 4 estrelas, 9 andares e uma cobertura com bar e piscina, e uma belíssima vista panorâmica de 180 graus da cidade. Também fica a 3 km do centro e próximo da feirinha de artesanato.

Achei a localização EXCELENTE. Você sai do Hotel e já está no calçadão da Praia. Partindo para o lado esquerdo do Hotel tem vários restaurantes, a feirinha, o Bom Preço (só que uma rua para trás), na verdade. Quase tudo é para o lado esquerdo, que, segundo recomendações do meu amigo Daniel, é o lado melhor para caminhar... Tudo tranquilo. 






Recomendo, assim como fui recomendado por amigos, não consumir nada do quarto do Hotel, porque depois eles cobram um absurdo. Foi o que fizemos. Compramos água, refrigerante, etc, no Bom preço, porém, se não quiser andar cerca de uns 15/20min, tem uma lojinha de conveniência numa rua atrás do Hotel, num posto de combustível.

Nosso quarto era com vista lateral-mar. Mar cor de água marinha. Coisa mais linda.
Tomamos café, lá mesmo no Hotel, rodeados de pessoas gentis. Bastou afastar o prato sujo, substituindo-o por outro, e um garçom já estava prontamente nos atendendo.



Caminhamos pela orla, tiramos fotos lindas, e no primeiro dia, ao sermos abordados por um jangadeiro, fizemos um maravilhoso passeio de jangada até as Piscinas Naturais da Pajuçara. O Passeio fica R$ 25 reais por pessoa. E só é possível fazê-lo no horário que a maré estiver favorável.
E assim fomos nós... De coletes salva-vidas.


A gente não sabe o que fotografar primeiro: as jangadas concentradas lá no meio do mar, a cor da água, a orla ficando para trás ou a gente andando pela primeira vez nesse tipo de embarcação. Fotografamos tudo!
  



O trajeto leva aproximadamente 15 minutos, dependendo da intensidade do vento, que é o que move a jangada. Para quem enjoa facilmente, já aviso que o mar é tão calmo que não proporciona nenhum desconforto.

Lá nas piscinas existem bares flutuantes que além de bebidas, vendem petiscos, servidos também numa bandeja flutuante. Ah, e você também pode alugar uma máscara por lá, para mergulhar e ver os peixinhos.

No outro dia, conhecemos a feirinha de artesanato.



Também conhecemos o Memorial Teotônio Vilela, um dos governadores de Maceió.





Outro passeio maravilhoso que fizemos lá, foi o Passeio das Nove Ilhas. Perfeito. R$ 75 reais por pessoa, incluindo: transporte, almoço, frutas e água. Vale a pena!
Liguei para a Jaraguá Turismo (82-333372780/2781), e eles foram nos pegar, pontualmente, na porta do Hotel em que ficamos. Eles são todos muito simpáticos, educados... coisa linda de ver!
Conhecemos as nove Ilhas e descemos em duas: Carlito e Santa Rita.





Na Ilha Carlito, acessamos um espaço reservado com piscina, bar e restaurante... Uma estrutura muito boa.



Na ilha Santa Rita, também descemos, caminhamos à beira mar, e nos banhamos. Essa Ilha também é muito linda! Um banco de areia branquinha separa a laguna do mar. A paisagem é de tirar o fôlego. Lá também vocês podem encontrar barzinhos pra comprar bebidas e petiscos. Uma estrutura rústica, mas completa!




O passeio das Nove Ilhas dura cerca de quatro horas, incluindo a parada. Recomendo a escuna que parte 13h30 do Pontal da Barra, retornando por volta das 16h30, pois você vai poder contemplar um belíssimo pôr-do-sol, fechando o dia com chave de ouro.




No último dia, à tarde, para nos despedir desse lindo lugar, alugamos cadeiras (procurem a Samara – super simpática), admiramos o mar, e depois voltamos para o Hotel, para pegar o táxi que agendamos para nos buscar.



Já ia me esquecendo... No calçadão da Praia de Pajuçara também tem aluguel de bicicletas e triciclos. Muito bom, né?



Foi a melhor viagem que fiz, até hoje! A palavra que define é: Benção. Correu TUDO perfeitamente bem. Foi uma viagem muito abençoada mesmo.

Ah, e uma coisa que gostaria de recomendar é a escova de cerdas naturais para limpar a areia dos pésAlém de não precisar de água, ativa a circulação dos pés e pernas, e deixa tudo limpo. É melhor com a areia seca, mas até com areia úmida também dá pra tirar. Vejam nesse post sobre a ideia.






Não é bobagem. Planejar uma viagem é uma arte e tem que ser feita de cabo a rabo, da cabeça aos pés.

Outras fotos:









Não tirei foto comendo tapioca, mas tá aí uma foto representando. A tapioca é uma das comidas típicas de Maceió, e você encontra em várias barracas/quiosques da Orla. Tem de todos os sabores que vocês puderem imaginar, doces e salgadas.





Minha mãezinha. Toda gata... Excelente companheira de viagem, apoiando minhas ideias, topando tudo. Sempre linda, sempre jovem. Amo demais!





Maceió... Tão linda! 

Inesquecível.